segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Sobre a sensibilidade dos animais

Percepção nos Animais
"Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções embrionárias".
Emmanuel
Os animais têm alma?
Sim, sem os múltiplos atributos da alma humana, enriquecida com as experiências milenares adquiridas, durante sucessivas reencarnações.
A sensibilidade dos animais provém da existência de uma alma rudimentar. Eles têm sentimentos, diferentes aos dos seres humanos, têm percepções além da matéria.
Como nós, eles nascem, alimentam-se, dormem, procriam, amam, agridem, morrem.
Afetividade e carinho, ternura e solidariedade são expressões muito comuns entre os nossos irmãos inferiores, sob o ponto de vista de evolução. Muitas vezes com mais intensidade que nos seres humanos.
... "É certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinada pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donos dos animais"."O Livro dos Médiuns".
Os Amigos Espirituais definem a mediunidade como percepção. E os animais a possuem em alto grau. Isso não quer dizer, que os Espíritos possam "dar comunicações" por intermédio dos animais.
Manifestações de ordem sentimental, psíquica, são comuns entre os animais.
Os fatos, que valem muito mais do que argumentos, falam, por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma e revelam percepções. Percepções que, poderemos dizer são espirituais, ou mediúnicas.
(Adaptado do livro “Mediunidade e Evolução”, de Martins Peralva)


Agora vou explicar o motivo deste texto.
Já tinha lido algo sobre a sensibilidade dos cães e já tinha visto alguns eventos antes, mas não como esse.
Na reunião de sábado, os "garotos" lá de casa estavam agitados desde à tarde quando cheguei, até traquinagens aprontaram.
À noite, durante a reunião, Faruk, ouviu barulhos bem longe e quis se abrigar dentro do Centrinho. Como o guia permitiu, também não fui contra.
Xerife, o mais danado, também quis ficar, mas continuava agitado. Até avançou e me mordeu no braço. Mas eu sabia que tinha algo errado com eles.
O guia que estava presente atendendo o consulente viu porque os cães estavam agitados daquela forma. Um espírito inferior, estava rondando a casa e um dos consulentes, mas graças à Deus, e aos guias nada demais aconteceu.

Na reunião de Doutrinação de ontem (13/01), estava completamente diferente o clima.
Os "garotos" estavam tranqüilos e Xerife ficou quase toda a reunião quietinho, dormindo debaixo de um dos bancos.
Foi aí que me lembrei de Vovô e do quanto ele gostava do cheirinho daqueles defumadores. Tínhamos certeza de que ele estava lá, pra acalmar o Xerife.
A reunião ocorreu tranquilamente na santa paz de Deus.

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